RIO DAS OSTRAS - PARAÍSO DO ASSÉDIO

O assédio sexual e moral é uma conduta abusiva e repetitiva, que atenta contra a dignidade ou integridade física e psíquica do profissional, podendo causar problemas de saúde, ameaçar o emprego e prejudicar o ambiente de trabalho.
Durante a campanha para a eleição suplementar de Rio das Ostras, o ainda então candidato Marcelino da Farmácia, prometeu tolerância zero com casos desta natureza, mas diferente disso se calou e casos de assédios e perseguição vem se tornando comum na Prefeitura de Rio das Ostras. Além dos diversos casos de assédio moral, houve também casos de assédio sexual.
Nos últimos anos foram, pelo menos, 4 casos de assédio sexual denunciados. Em outubro de 2018, uma servidora procurou a Delegacia da Polícia Civil para denunciar um assédio praticado por um colega de trabalho em seu ambiente profissional.
Na época, a jovem de 19 anos que fez a denúncia acusou o colega de forçá-la a cometer um ato sexual. Em depoimento ela contou que o acusado teria tocado em seu corpo e teria a forçado também a tocar em seu órgão sexual.
Um outro caso terminou com a exoneração de um dos principais assessores do prefeito Marcelino Borba. O assessor Anderson Martins foi acusado de assediar uma colega de trabalho, ameaçando exonerá-la do cargo. Esse caso também foi parar na delegacia e a denúncia contava com prints de conversas no WhatsApp que evidenciavam a prática de assédio.
Mais um caso foi denunciado em 2018 e desta vez, quem fez a denúncia foi o responsável pelo serviço de RESGATE do Pronto Socorro, Wagner Albuquerque. Na época ele relatou que o então diretor do Posto de Saúde da Família do Âncora, Eduardo Faria, teria assediado algumas funcionárias da unidade.
O caso mais recente envolve o atual procurador geral do município, Anderson Huguenin Gonçalves. A denúncia foi feita no ministério público por uma ex-servidora da procuradoria.
Ela relata na denúncia que o assédio também ocorre através de um aplicativo de mensagens e que a servidora assediada teme em denunciar e perder sua gratificação.
Durante a campanha para a eleição suplementar de Rio das Ostras, o ainda então candidato Marcelino da Farmácia, prometeu tolerância zero com casos desta natureza, mas diferente disso se calou e casos de assédios e perseguição vem se tornando comum na Prefeitura de Rio das Ostras. Além dos diversos casos de assédio moral, houve também casos de assédio sexual.
Nos últimos anos foram, pelo menos, 4 casos de assédio sexual denunciados. Em outubro de 2018, uma servidora procurou a Delegacia da Polícia Civil para denunciar um assédio praticado por um colega de trabalho em seu ambiente profissional.
Na época, a jovem de 19 anos que fez a denúncia acusou o colega de forçá-la a cometer um ato sexual. Em depoimento ela contou que o acusado teria tocado em seu corpo e teria a forçado também a tocar em seu órgão sexual.
Um outro caso terminou com a exoneração de um dos principais assessores do prefeito Marcelino Borba. O assessor Anderson Martins foi acusado de assediar uma colega de trabalho, ameaçando exonerá-la do cargo. Esse caso também foi parar na delegacia e a denúncia contava com prints de conversas no WhatsApp que evidenciavam a prática de assédio.
Mais um caso foi denunciado em 2018 e desta vez, quem fez a denúncia foi o responsável pelo serviço de RESGATE do Pronto Socorro, Wagner Albuquerque. Na época ele relatou que o então diretor do Posto de Saúde da Família do Âncora, Eduardo Faria, teria assediado algumas funcionárias da unidade.
O caso mais recente envolve o atual procurador geral do município, Anderson Huguenin Gonçalves. A denúncia foi feita no ministério público por uma ex-servidora da procuradoria.
Ela relata na denúncia que o assédio também ocorre através de um aplicativo de mensagens e que a servidora assediada teme em denunciar e perder sua gratificação.
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| Denuncia feita no Ministério Público. Protocolo: 687864 / Senha: x88crgkc |
Os canais internos e externos de comunicação do MPF trazem informações ao público sobre como identificar práticas de assédio moral e sexual e de discriminação no ambiente de trabalho. Também são disseminadas orientações sobre o que fazer, em caso de presenciar ou de ser vítima dessas práticas nocivas, e como denunciar.
Como denunciar – O trabalhador que suspeitar que está sofrendo assédio moral deve procurar a Ouvidoria do seu trabalho ou o sindicato e relatar o acontecido. A denúncia também pode ser feita a órgãos como o Ministério Público do Trabalho (MPT) e as Superintendências Regionais do Trabalho. A vítima pode ainda buscar assistência jurídica e, se for o caso, entrar com uma ação judicial contra o agressor para pleitear eventuais danos patrimoniais e morais. Nas hipóteses de assédio sexual e discriminação que configuram crime, a pessoa também pode registrar a ocorrência em uma delegacia.
Para comprovar a prática de assédio, é recomendado que a vítima anote todas as humilhações sofridas, os colegas que testemunharam o fato, bem como evite conversas sem testemunhas com o agressor. Buscar o apoio da família e dos amigos também é fundamental para quem passa por um processo de assédio moral.
Com o objetivo de prevenir e combater essa prática nociva, a Ouvidoria do Ministério Público Federal (MPF) realiza uma série de ações para ajudar o público interno e externo a identificarem a prática e denunciá-la.
Como denunciar – O trabalhador que suspeitar que está sofrendo assédio moral deve procurar a Ouvidoria do seu trabalho ou o sindicato e relatar o acontecido. A denúncia também pode ser feita a órgãos como o Ministério Público do Trabalho (MPT) e as Superintendências Regionais do Trabalho. A vítima pode ainda buscar assistência jurídica e, se for o caso, entrar com uma ação judicial contra o agressor para pleitear eventuais danos patrimoniais e morais. Nas hipóteses de assédio sexual e discriminação que configuram crime, a pessoa também pode registrar a ocorrência em uma delegacia.
Para comprovar a prática de assédio, é recomendado que a vítima anote todas as humilhações sofridas, os colegas que testemunharam o fato, bem como evite conversas sem testemunhas com o agressor. Buscar o apoio da família e dos amigos também é fundamental para quem passa por um processo de assédio moral.
Com o objetivo de prevenir e combater essa prática nociva, a Ouvidoria do Ministério Público Federal (MPF) realiza uma série de ações para ajudar o público interno e externo a identificarem a prática e denunciá-la.

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